DESTACOU!

O senador Eduardo Amorim entrou ao vivo durante o Jornal da Xodó de ontem (29), para falar a respeito de algumas emendas parlamentares enviadas ao município de Glória e destacou que a nova frota de veículos da capital do sertão foi esforço dele e outros parlamentares sergipanos.

FALANDO EM EMENDAS…

Este jornalista perguntou ao senador o porquê da emenda que foi empenhada para infraestrutura do Mercado Sebastião Lopes da Silva, de Glória, foi cancelada. Em resposta, Amorim disse que as vezes a emenda é perdida porque falta algum projeto, falta alguma certidão e, ou, até mesmo uma prestação de contas.

QUEM É O CULPADO?

Ao responder a indagação deste colunista, o senador tentou minimizar a culpa do prefeito Chico e informou que, “tem que ver no município o gestor porque que realmente não fez a obra e o que faltou para concluir ou concretizar essa obra”.

MAPA DAS EMENDAS PARTE 1

Para tentar não passar uma má imagem ao prefeito de Glória por conta da perda da emenda para a reforma e ampliação do mercado, Amorim acrescentou que no seu site está o mapa das emendas que foram destinadas ao estado de Sergipe. O senador destacou que é nesse mapa que encontra o motivo do cancelamento da verba.

MAPA DAS EMENDAS PARTE 2

No site do Senador, encontramos a referência de número 25000688, do orçamento de 2012, tendo como objeto a INFRAESTRUTURA NO MERCADO MUNICIPAL SEBASTIAO LOPES DA SILVA, com o pedido de 500 mil reais. O valor destinado pelo senador foi R$ 487.500,00 e o status do que foi empenhado é de cancelado.

EIS O MOTIVO!

O cancelamento ocorreu porque a obra não iniciou no prazo estipulado, que era 30 de junho de 2014. O pleito foi empenhado em 25/05/2015 e o contrato não foi processado e liquidado porque a prefeitura, sem motivo aparente, não iniciou a reforma dentro prazo exigido.

O CULPADO!

Ora, se o dinheiro retornou porque não houve cumprimento de prazo por parte da gestão municipal, a culpa só pode ser atribuída ao prefeito e sua equipe administrativa.

Welder Ban | Panorama Político
Uma análise da política sergipana como ela deve ser: sem censura.

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