“A pessoa pode ser o que quiser na vida, mas as pessoas têm que respeitar”, esse foi o desabafo da cuidadora de idosos e mãe da jovem  Millany Sppencer, encontrada morta na manhã desse domingo, 15, no Loteamento Jardim Mariana, região do Conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro (SE). Millany  tinha 23 anos de idade e era travesti. Seu nome de registro era Anderson Nepomuceno Santos Figueirôa. De acordo com o Instituto Médico legal (IML), a morte foi provocada por asfixia e o corpo tinha sinais de espancamento.

A vítima dividia a residência com um rapaz, que foi o primeiro a chegar na cena do crime, mas disse não ter acionado a polícia e procurado alguém da sua família, por conta de algumas brigas que teria tido com com Millany . De acordo com ele, as pessoas poderiam suspeitar que ele teria provocado a morte da jovem.

A mãe da vítima, Ivanilde Santos, mora em Boquim (SE), e disse que falou com a filha pela última vez na sexta-feira, 13, e que a mesma reclamou de dor na cabeça no corpo e ainda de febre. Ela suspeita, que a jovem já teria sido agredida nesse momento.

Ainda segundo dona Ivanilde, somente no sábado, 14, pela noite ela ficou sabendo que na sexta-feira, 13, um carro parou em frente à casa onde sua filha morava e que quatro ou cinco pessoas, desceram e foram ao encontro da filha, dentro da residência. “Vim pra Aracaju no domingo, falei com a dona da casa e pedi autorização pra arrombar a porta, quando cheguei lá me deparei com o corpo”, lamentou.

O caso vai ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) da Polícia Civil

O corpo da Jovem foi liberado pelo IML às 17h15 e levado ao município de Boquim, onde está sendo velado. O sepultamento aconteceu por volta das 8h30 desta segunda-feira, 16.

Fonte: F1

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Músico,Jornalista DRT 0002304/SE, Repórter do Programa Voz da Cidadania e apresentador do Programa Expressão Livre.