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Deputado se manifesta contrário ao acúmulo de função de cobrador e motorista nos ônibus

Dr. Samuel Carvalho (Cidadania) utilizou o grande expediente na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para pedir apoio dos parlamentares contra o acúmulo das funções de cobrador e motorista.

Na manhã desta quinta-feira (18), o deputado estadual Dr. Samuel Carvalho (Cidadania) utilizou o grande expediente na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para pedir apoio dos parlamentares contra o acúmulo das funções de cobrador e motorista. Segundo Dr. Samuel, muitos profissionais têm enviado mensagens pedindo sua ajuda no seu canal de interação ‘Cidadão Participa’, onde a população pode enviar sugestões e reclamações.

 

 

Dr. Samuel alerta para o perigo decorrente, porque não é possível dirigir e cobrar ao mesmo tempo. “Peguei um ônibus recentemente que fez o trajeto entre Farolândia e o Centro da Cidade. O cobrador era o próprio motorista, ele não sabia se dirigia ou se passava troco. Eu percebi que ele acabou perdendo um pouco da atenção porque tinha que fazer duas coisas ao mesmo tempo, inclusive já foram registrados vários acidentes por causa dessa distração. As funções de motoristas e cobrador são absolutamente distintas, é preciso que as empresas entendam isso”, pontuou.

 

Ao falar sobre o preço cobrado na tarifa do transporte público, Dr. Samuel Carvalho ressaltou que é uma das mais caras do Brasil. “Estamos em uma pandemia, mas o que os empresários estão pensando é no aumento da passagem. Já não basta pagarmos uma das mais caras, ainda querem aumentar, inclusive protocolamos um Projeto de Lei contra o aumento de tarifa durante a pandemia. As empresas só pensam no lucro, nós como deputados precisamos pensar no povo, pensar nos trabalhadores que acumulam funções para que as empresas lucrem. Peço ajuda dos deputados para fiscalizarmos juntos o sistema de transporte público”, afirmou.

 

Denúncia

Ainda durante o grande expediente, Dr. Samuel disse que recebeu uma denúncia dos rodoviários sobre a situação do pagamento do ticket alimentação que não acontece há quase um ano. “O vale alimentação ajuda muito financeiramente esses profissionais, mas não está sendo pago, pois não existe uma convenção assinada, mas é inadmissível que em praticamente um ano o Setransp não tenha resolvido. Vou cobrar fiscalizar esse pagamento, é inaceitável tantos prejuízos para essa classe trabalhadora”, finalizou.

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