Duas pessoas foram presas pela Polícia Federal no estado de Goiás na Operação Diploma Fácil, que tem o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada na venda de diplomas falsos do curso de Medicina. Eles chegavam a cobrar em torno de R$ 100 a R$ 150 mil por cada diploma. A associação criminosa também atuava na tentativa de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e agia em três estados: Sergipe, Bahia e Goiás.

A associação criminosa tinha sede em Goiás, e foi lá que duas pessoas foram presas. Eles atuavam vendendo diplomas falsos de instituições do sul do país para graduandos em medicina no exterior. Foram seis tentativas de registros no CRM e duas vezes a associação conseguiu êxito.

Os integrantes do grupo criminoso responderão pelos crimes de associação criminosa, falsidade documental e uso de documento falso. As penas conjuntas desses delitos podem chegar a 13 anos de reclusão.Os graduados em medicina no exterior que contrataram os serviços do grupo criminoso são investigados por uso de documento falso, cuja pena máxima é de cinco anos de reclusão.

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