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Família questiona 12° óbito em Sergipe: “Choque cardíaco”

O prefeito INALDO e sua coletiva não estão respeitando a dor da nossa família e fica postando mentiras colocando a população em desespero estamos com atestado de óbito para provarmos que é mentira", disse

Durante toda manhã, vários meios de comunicação do estado repercutiram o fato e uma coisa quase passou desapercebida.

A família do paciente contestou veementemente sobre a causa morte do paciente. Segundo a sobrinha, o paciente deu entrada sem nenhum sintoma do Covid-19.

 Confira o relato e a suposta declaração de Óbito




Para os casos de morte envolvendo a COVID-19 é fundamental
quando do preenchimento da DO atentar para dois aspectos:

1. Primeiramente se faz necessário diferenciar casos suspeitos
dos confirmados da doença.

2. Em segundo lugar, é indispensável esclarecer se a COVID19 é causa do óbito ou se apenas contribuiu para a morte, ou
seja, se é causa ou concausa.

Nesse sentido, deve o médico registrar COVID-19 na declaração
de óbito quando a doença for confirmada. Entende-se por diagnóstico
confirmado o laboratorial ou o clínico quando a confirmação laboratorial é
inconclusiva ou não está disponível.

 

 

Vejamos alguns exemplos:

COVID-19 confirmada:
Parte I: a) Doença respiratória aguda, CID10: U04.9
b) COVID-19, CID10 U07.1 (ou U07.2)

Parte II: Diabetes Mellitus, CID10: E14
Hipertensão arterial sistêmica, CID10: I10

COVID-19 suspeita, porém, não confirmada:
Parte I: a) Insuficiência respiratória a esclarecer
b) Provável COVID-19
Parte II: Diabetes Mellitus, CID10: E14
Hipertensão arterial sistêmica, CID10: I10

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