Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou nesta terça-feira (29) o projeto para a eliminação do mosquito da dengue, com a liberação de mosquitos Aedes Aegypti Wolbachia, o “Aedes Aegypti do bem”, como ficou conhecido. A liberação em larga escala começa em algumas localidades no estado do Rio de Janeiro.

De acordo com a Fiocruz, a capacidade de produção semanal de ovos do mosquito é de 10 milhões por semana. A liberação acaba em 2018 e espera beneficiar 2,5 milhões de habitantes.

Como funciona o ‘Aedes do Bem’?

Os mosquitos com a bactéria Wolbachia, que não transmitem a doença, promovem uma substituição gradual da população de mosquitos que transmite a doença.

Nos cruzamentos dos mosquitos que têm e dos mosquitos que não têm a bactéria, a Wolbachia é transmitida e impede que os novos mosquitos passem doenças como dengue, Zika e chikungunya.

Fonte: g1

Izaque Vieira / Redação Portal Sou de Sergipe

 

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