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Quatro anos após a sua morte, o legado do capitão Oliveira segue vivo na Segurança Pública de Sergipe

Era noite do dia 04 de abril de 2018, quando o saudoso capitão Manoel Alves de Oliveira, idealizador e fundador da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac), foi vítima de uma emboscada em uma estrada do município de Porto da Folha, no Alto Sertão Sergipano. Desde então, já se passaram quatro anos de sua morte e do início de um grande legado para a Segurança Pública de Sergipe.

Reconhecido pelo seu carisma e empenho em prol da segurança e do bem-estar dos sergipanos, em especial do povo sertanejo, o capitão Oliveira entrou na Corporação em 1994, ainda na condição de soldado, sendo aprovado em 1997 no Concurso de Sargentos e em 2003 no Curso de Formação de Oficiais.

Durante grande parte desse período, o capitão esteve à frente da Companhia de Caatinga, onde deu testemunho de coragem e bravura, com destaque para sua dedicação ao combate da criminalidade na região do Sertão.

O assassinato do oficial chocou todo estado de Sergipe pela violência e covardia. Um homem exemplar, um policial militar abnegado, que amava sua profissão, mas, principalmente, que dedicava sua vida para defender a vida das outras pessoas e garantir a segurança de toda comunidade.

Na época, os órgãos de Segurança Pública investigaram o caso e cumpriram mandados de prisão contra os integrantes da quadrilha suspeita de participação no crime. Durante a operação, vários criminosos foram mortos em confronto com a polícia, nos estados de Sergipe e da Bahia.

Por toda a sua História em defesa dos sergipanos, o legado do agora major Oliveira, promovido pós-morte

Fonte: PM

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