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Seca: Dep. Dr. Samuel cobra ações de enfrentamento à estiagem no sertão sergipano

O parlamentar também manifestou preocupação com a suspensão da Operação Carro Pipa, que deixou desabastecida quase 37 mil pessoas.

O deputado estadual Dr. Samuel Carvalho (CIDADANIA) usou as redes sociais para cobrar do Governo do Estado ações de enfrentamento à estiagem que afeta severamente os municípios da região semiárida de Sergipe.

 

O parlamentar está preocupado porque o monitor da seca registrou situação de seca grave em 22,43% em diversos municípios do sertão. Ou seja, o dobro do ano passado e o maior entre os estados do Nordeste este mês.

 

“Solicito uma ação do Governo do Estado, em caráter de urgência, para minimizar os problemas causados por esse fenômeno da natureza”, afirmou o deputado.

 

De acordo a Defesa Civil, o estado possui 12 municípios em situação de emergência. São eles: Frei Paulo, Monte Alegre, Canindé de São Francisco, Pinhão, Tobias Barreto, Poço Redondo, Carira, Porto da Folha, Poço Verde, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora Aparecida e Gararu.

 

Além disso, o deputado também manifestou preocupação com a suspensão da Operação Carro Pipa, que deixou desabastecida quase 37 mil pessoas.

 

“Além de solicitar ao governador, também pedirei ajuda a bancada federal sergipana para buscar junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional uma solução imediata em relação a Operação Carro Pipa. Muitas famílias estão sofrendo com a seca, e sem o trabalho dos pipeiros, ficarão sem água nos reservatórios logo logo. O povo do sertão não merece passar por esse sofrimento”, disse Dr. Samuel.

 

O parlamentar lembra que em decorrência da estiagem um total de 50.628 pessoas estão sendo diretamente afetadas.

 

“Algo precisa ser feito!”, afirmou!

 

Ainda sobre a estiagem, na próxima semana o deputado deverá apresentar um projeto de lei que visa tornar a vegetação de Caatinga um patrimônio imaterial cultural do estado de Sergipe.

 

“O objetivo é aumentar a porcentagem de preservação ambiental que hoje é de 20% para ao menos 50%. Estamos fazendo um estudo com o código florestal porque só o cerrado tem 35% de preservação. Então porque não aumentar a porcentagem da Caatinga que é um bioma único da nossa região?, Indagou Samuel.

 

Para ele, a objetivo não é mexer no Código Florestal porque a Alese não tem competência para isso, mas é de tornar a área um patrimônio do estado e assim assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais, auxiliar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade nesta região.

 

“O desmatamento ilegal tem provocado o fenômeno chamado de desertificação. Isso acaba causando um desequilíbrio ambiental que impede a chegada de chuvas regulares e consequentemente o aumento da estiagem. Precisamos frear esse ciclo porque já há estudos que mostram que daqui a um longo prazo, nosso sertão se tornará um deserto, caso nenhuma ação seja feita”, finalizou.

 

Por Assessoria

 

 

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