Ivete Sangalo diz que ela e o marido estão “furunfando” Foto: divulgação.

Quem olha para esse mulherão aí ao lado nem imagina que ela já levou alguns tocos. “Até os 17 anos era puxado para mim”, conta Ivete Sangalo, que, ao lançar o clipe de “À vontade”, revisitou o passado de bailinhos em que se dançava coladinho: “Eu não tive festa de 15 anos porque queria ganhar uma prancha de surfe. Então, nada de valsa, essas coisas. Mas lembro que em Petrolina ia a um lugar chamado Trevo e passava a noite dançando tudo junto”.

Se no vídeo ela faz um dois pra lá dois pra cá com Wesley Safadão, em casa é com o marido Daniel Cady que o corpo a corpo acontece. “A gente dança uns forrós danados, viu? Adoro”, diz ela que acaba de voltar de uma viagem pela Europa, onde diz, namorou muito e treinou bastante para dar a Marcelo, o filho de 7 anos, um irmão ou irmã: “A gente ‘berimbô’ legal!”.

Ivete e Daniel estão juntos há quase dez anos e uma nova gravidez está nos planos do casal há algum tempo. “Furunfando a gente está. Quero engravidar da forma mais natural possível. Mas é claro que, aos 45 anos, as coisas ficam mais difíceis, já não produzo mais óvulos como antes. Por isso, congelei os meus”, observa a cantora, que já explicou ao filho como nascem os bebês: “Ele sabe que existe o namorinho do papai e da mamãe”.

Cantora diz que não quer ficar aprisionada a ritmos da moda Foto: divulgação

Livre para criar a própria música

Muita gente acreditou que a nova pegada de Ivete Sangalo teria os elementos latinos do reggaeton que estourou nas paradas do mundo inteiro. Só que a cantora explica: Muito antes de Maluma, Fonzxi e J. Balvin ela já se utilizava do ritmo. “Quem conhece minha carreira sabe que já trago isso há muito tempo nos meus discos. Essa mistura latina e africana que acertou o mundo em cheio. Eu amo ‘Despacito’, mas não queria ficar tolhida na minha criatividade”, explica ela, que decidiu levar para “À vontade” a lembrança de um bolero.

No momento em que mulheres como Anitta e Ludmilla cantam pelo empoderamento, Ivete lembra que também foi pioneira na questão. “A mulher já é empoderada. Não precisa pedir permissão para isso. Sempre fui uma mulher independente e uma figura que desperta essa reflexão. Quanto mais mostramos isso, melhor”, avalia.

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