A Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceacrim) atualizou nesta sexta-feira, 5, os números de armas apreendidas em 2017. Ao todo foram 1.040 apreensões de janeiro a dezembro. Polícia Militar e Bombeiro Militar efetuaram 600 apreensões. As gratificações pagas por armas de fogo apreendidas alcançou o valor de R$ 416 mil. A Polícia Civil confiscou 440 armas.

“Nós temos um trabalho muito bom de elucidação de crimes aqui no estado. Então, geralmente, quando efetuamos os mandados de prisão, conseguimos encontrar, através dos mandados de busca e apreensão, as armas com os autores dos delitos. Por isso, foram mais de 400 armas apreendidas. Só no Cope conseguimos apreender sete fuzis, armas longas, grandes. Temos as forças de outras especializadas nossas como Depatri, DHPP, Denarc, Copci, então cada uma delas possui um trabalho bastante focado, o que aumenta o rendimento de cada uma”, afirmou a delegada geral Katarina Feitoza.

Além das operações, as abordagens foram de suma importância para a apreensão de armas. Só a Força Nacional abordou quase 177 mil pessoas e veículos em Aracaju e região metropolitana, e foram montadas 2.817 barreiras em pontos estratégicos. Somados com os números da Polícia Militar, as ações crescem exponencialmente. O trabalho em conjunto entre elas e a Polícia Civil tem surtido efeito.

“Análise de criminosos que geralmente praticam este tipo de crime, a avaliação de áreas nas quais percebemos que há uma incidência maior e, principalmente, abordagens. Nós temos aumentado o número de abordagens consideravelmente e nelas temos encontrado um grande volume de armas. Importante destacar que ainda existe um número significativo de armas circulando em nosso país. Infelizmente o Brasil possui 17 mil quilômetros de fronteiras abertas, isso dá acesso às pessoas terem armas, que normalmente têm sido utilizadas para homicídios, assaltos, intimidar pessoas.

O trabalho da segurança pública está sendo feito, temos mostrado um grande número de apreensões, mas precisa ser melhorada a nossa legislação e a questão de fechamento das nossas fronteiras”, explicou o tenente coronel Vivaldy Cabral, comandante do policiamento militar da capital.

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