Sergipe é o 7º estado brasileiro com maior taxa de mortalidade neonatal. Os números do Ministério da Saúde mostram que são registrados 11,6 óbitos para cada 1000 bebês nascidos vivos. As razões para a elevada taxa estão ligadas aos cuidados no período da gestação, do nascimento e do recém-nascido até o 27º dia de vida. A média nacional é de 9,9 mortes a cada mil bebês.

Por causa do alto índice de mortalidade, Sergipe foi incluído na Estratégia Qualineo, que reúne as principais ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde para garantir ao recém-nascido o melhor início de vida e que hoje são ofertadas e acompanhadas de maneira isolada, como é o caso da Iniciativa Hospital Amigo da Criança, qualificação e habilitação de leitos neonatais, Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso (Método Canguru), Bancos de Leite Humano, Reanimação e Transporte Neonatal.

Além de Sergipe, foram selecionados outros 9 estados  prioritários. São eles: Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Roraima e Ceará.  A seleção levou em conta o fato desses estados concentrarem taxa de mortalidade neonatal maior do que a média nacional.

Enquanto a média nacional é de 9,9/1.000, nos estados prioritários a taxa é de 11/1.000, em média. O Ceará também faz parte do grupo, mas foi escolhido por ser um centro de referência da Rede Cegonha, e não por concentrar uma alta taxa de mortalidade neonatal em comparação com a média nacional.

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