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Jovem é internada com suspeita de coronavírus em Minas Gerais

Ela está internada desde sexta-feira. A secretaria não informou de qual cidade e quando a jovem retornou para Belo Horizonte.

Uma jovem de 22 anos apresentou sintomas que podem ser enquadrados como os do coronavírus, em Minas Gerais. Ela viajou para China e está sendo monitorada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). A informação foi adiantada pelo jornal Estado de Minas.




A mulher apresenta alguns sintomas respiratórios e febre baixa. Ela está internada desde sexta-feira. A secretaria não informou de qual cidade e quando a jovem retornou para Belo Horizonte. “A paciente passa bem, já recebeu atendimento e todas as providências necessárias foram tomadas”, informou a pasta.

Na semana passada, a foi descartado um primeiro caso de coronavírus suspeito. A paciente era uma mulher de 35 anos que veio da China e apresentava sintomas semelhantes.

té o momento, o coronavírus matou 106 pessoas na China e infectou mais de 4 mil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou, na tarde desta segunda-feira, que aumentou a atenção em portos e aeroportos para casos suspeitos de coronavírus. Apesar de aumentar o alerta, a agência não vai mudar os procedimentos que já eram adotados em casos de outras doenças.

Na manhã desta segunda, o Ministério da Saúde descartou uma suspeita de contaminação por coronavírus identificada em Niterói, no Rio de Janeiro. Em nota, a pasta declarou que o paciente suspeito, internado no Hospital Icaraí, “não se enquadra na atual definição de caso suspeito de 2019-nCoV estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS)”.

A Alemanha confirmou nesta segunda-feira o primeiro caso do novo coronavírus no país. A doença foi diagnosticada em um paciente no distrito de Starnberg.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) corrigiu nesta segunda-feira sua avaliação do risco do coronavírus, considerando elevado para o nível internacional, depois de tê-lo descrito como moderado por “erro de formulação”. Em seu relatório sobre a situação, a OMS indica que sua “avaliação de risco (…) não mudou desde a última atualização (22 de janeiro): muito alto na China, alto no nível regional e em todo o mundo”. Na prática, a alteração da nomenclatura não interfere em nenhuma mudança de protocolo da Organização.

Fonte: Agência O Globo

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