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Quais as melhores áreas para empreender?

Quando olhamos a trajetória dos homens mais ricos do mundo, é inevitável pensar que investir em tecnologia é uma excelente ideia. Em um planeta cada vez mais conectado, softwares e startups tendem a ser a melhor opção, certo?

Nem sempre. Que existe demanda, é fato. Ao mesmo tempo, existe imensa competição: são centenas de milhares de empresas lutando por um lugar ao sol na área de informática e tecnologia. Como sabemos, nem todas chegam ao pódio – e  muitas, acredite, declaram falência com pouquíssimo tempo de abertura.

Os que desejam empreender e aumentar o patrimônio devem tomar bastante cuidado com as promessas de ganhos fáceis: as oportunidades são muitas, mas há coisas que, sem planejamento, não podem prosperar.

Se você gostaria de saber quais são as melhores áreas para empreender, leia o material que preparamos abaixo.

Qual é a melhor área para empreender?

Primeiro, é importante entender que não existe “a melhor área”: tudo é cíclico e, em alguns momentos, certos negócios podem ser mais lucrativos que outros.

Uma vez que estamos em um momento onde a economia está bastante debilitada, a dica tem sido apostar em áreas com alto potencial de crescimento para os próximos anos, geralmente atreladas a estilo de vida ou tecnologias que podem colaborar para o aumento da produtividade e do bem-estar coletivo.




Um exemplo? A tendência do vegetarianismo e do veganismo, que chegou por aqui com o nome de alimentação “plant-based”, ou alimentação à base da plantas.

Não se trata de uma coisa nova, visto que o movimento de emancipação animal atua há muitos anos e há dezenas de ativistas, artistas e cozinheiros que pregam a mudança alimentar. Ainda assim, houve um “boost” na oferta de produtos voltados para esse público, que não para de crescer.

Segundo uma pesquisa do Ibope, publicada em 2018, 14% da população brasileira, ou seja, mais de trinta milhões de pessoas, já se declaram vegetarianos. Mesmo os que não desejam adotar o estilo integralmente manifestam o desejo de diminuir o consumo, por respeito à questão ambiental.

Grandes redes de fast food, assim como frigoríficos, têm apostado em produtos 100% vegetais, com gosto e aspecto de carne. Muitos vegetarianos, no entanto, preferem optar por marcas alternativas.

Eis aí um nicho a ser explorado! Ao criar uma marca voltada para a produção de alimentos, como hambúrgueres, salsichas e pratos congelados à base de grãos e afins, o empreendedor pode abocanhar uma fatia bastante específica do mercado consumidor e, assim, adquirir notoriedade.

Abaixo, conheça outra área que, além de dialogar com a parcela da população já citada, conquista pessoas que estão em busca de cuidados diferenciados.

Cosméticos naturais

Houve um tempo em que os cosméticos naturais eram feitos de maneira inteiramente artesanal, em pequena escala, por pessoas específicas. Hoje, existem laboratórios e grupos que atuam de maneira a produzir cosméticos naturais de maneira mais rápida e intensa.

Parece um mercado enxuto, mas não é: segundo informações do Caderno de Tendências 2019-2020 da Abihpec/Sebrae, o segmento de cosméticos naturais tem crescido entre 8 e 25% ao ano, em todo o planeta.

Óleos vegetais, óleos essenciais e artigos feitos com plantas (que têm menor durabilidade, mas quase nada de química e agressão ao meio ambiente) são os preferidos, assim como sabonetes com argilas e minerais.

Coworking

Os aluguéis estão caros, principalmente nas grandes cidades. Para muitos empreendedores, é inviável manter um espaço físico para cuidar do administrativo, fazer reuniões ou reunir o pessoal.

Os coworkings, nesse ínterim, tornaram-se uma opção inteligente e financeiramente interessante. Segundo o Censo Coworking Brasil, publicado na Revista Exame, o mercado em questão cresceu 500% em solo brasileiro.

Tecnologia

Entre as áreas atreladas à tecnologia que mais cresceram estão a de desenvolvimento de aplicativos – afinal, até o governo brasileiro tem utilizado aplicativos nos últimos meses, tanto para pagar o FGTS emergencial quanto para liberar o “coronavoucher” – e, pasme, o mercado de drones.

Acredita-se que, até 2023, os drones se tornem artigos de grande interesse e que sejam utilizados para uso comercial, para mapeamento de superfícies, para a criação de publicidades, para o agronegócio, etc.

Outras possibilidades tecnológicas que merecem atenção estão relacionadas ao desenvolvimento de programas e similares com realidade aumentada (que pode ser usada na medicina e também para o lazer), impressões 3D, wearables e tecnologias financeiras, que permitem a transferência de valores e pagamentos

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