fbpx
Portal Sou de Sergipe
O portal do Sergipano

Saques no comércio com Pix começam no 2º trimestre de 2021

Entender a dinâmica das ações, conhecer as principais bolsas de valores do mundo, abrir mão da poupança tradicional, criar conta em bancos digitais: a vida dos usuários interessados em saúde financeira, investimentos e tecnologias voltadas para a facilitação de processos cotidianos tem sido muito agitada.

Uma novidade tem ganhado destaque nas redes sociais e nos anúncios fora da web – você possivelmente já deve ter lido algo sobre ela no ponto de ônibus ou nas paredes do metrô: o Pix. O nome é simples, mas a funcionalidade é imensa.

Não sabe ainda o que é o Pix e qual será o seu impacto no funcionamento dos comércios e nos processos financeiros que, em outros momentos, levariam horas ou dias para serem concretizados? Abaixo, falaremos um pouco mais sobre a questão. Confira.

Antes de tudo: entenda o que é e para que serve o Pix

Trata-se de um sistema de pagamento eletrônico instantâneo que permite aos usuários que façam transações múltiplas, como transferências e pagamentos, a qualquer hora, em qualquer lugar, sendo feriado ou não.




Mesmo quando a conta de destino for de um banco diferente, não haverá problema: o Pix permitirá que, em até dez segundos, os valores sejam transmitidos. É uma revolução na forma de fazer negócios, sem dúvida, e a expectativa é que, dentro de algum tempo, o Pix assuma o lugar dos TEDs e DOCs.

Segundo o Banco Central (BC), a operação do Pix começará no dia 16 de Novembro, em todo o Brasil. O cadastro de clientes, no entanto, poderá ser feito antes disso, no dia 5 de outubro.

Serão três formas para realização de pagamentos de forma instantânea: através de QR-Code, por aproximação ou com o auxílio de uma chave de identificação.

Para ter acesso à chave de identificação, o interessado deverá fornecer dados específicos, como CPF, CNPJ ou número do celular pessoal, e fazer um cadastro prévio em um banco ou instituição.

Como fazer o cadastro das chaves Pix: entenda

Alguns bancos saíram na frente no processo e têm oferecido aos correntistas a possibilidade de fazer um pré-cadastro: o Santander e o Inter, por exemplo, já estão em contato com os seus usuários.

Se a sua instituição financeira ainda não tiver feito a ponte entre você e o Pix, o ideal é que você entre em contato e informe-se sobre qual será a forma de cadastro a ser utilizada.

Pessoas físicas poderão registrar até cinco chaves, em diferentes instituições. Pessoas jurídicas, por sua vez, terão direito a registrar até vinte chaves.

Convém dizer que, apesar de ser uma facilitadora das transações, não é obrigatório ter uma chave Pix. Para realizar pagamentos instantâneos, o usuário poderá informar os dados pessoais e bancários de quem receberá o dinheiro, como já é feito no DOC ou no TED.

Saques em comércio: como vão funcionar?

É um procedimento bastante inédito, na verdade. Usuários do Pix poderão informar, quando estiverem em algum estabelecimento comercial, que desejam sacar um valor específico com o Pix.

Por meio de um QR Code, o interessado pagará ao local o valor que deseja retirar, além de uma pequena taxa (que é o valor do serviço, dado ao estabelecimento em questão). Confirmada a transação, o caixa entregará o dinheiro em espécie.

É uma funcionalidade que visa diminuir a necessidade de caixas eletrônicos, que precisam de cuidados e manutenção constante, assim como a dependência do usuário em relação a eles. Visto que será possível sacar em estabelecimentos seguros, haverá minimização de perdas e inconvenientes.

As transferências começarão antes do serviço de saques em comércios: enquanto o Pix começará a atuar em novembro deste ano, a previsão é que os saques comecem a ser feitos apenas no segundo trimestre de 2021.

Quanto será necessário pagar pelos serviços?

De acordo com o diretor da Organização do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), João Manoel de Mello, o Pix será gratuito para pessoas físicas. As pessoas jurídicas, por sua vez, assumirão o custo de R$0,01 para cada dez transações feitas no Pix.

Na prática, ainda não é possível saber como será feito o sistema de cobrança ou o valor total que as empresas e estabelecimentos precisarão pagar. Com a regularização do serviço, porém, mais questões virão às claras nos próximos meses.

COMENTE!

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você esteja bem com isso, mas você pode optar por não participar, se desejar. Aceitar Consulte Mais informação

Política de Privacidade e Cookies