outubro26 , 2021

    CASO JUNINHO DA COCADA: Quatro meses depois, população continua sem repostas

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    A Promotoria de Justiça da Comarca de Canindé de São Francisco, encaminhou um oficio para o Delegado de Polícia Civil do município, solicitando a identificação de todos os policiais militares que direta e/ou indiretamente estiveram presentes no dia em que “Juninho da Cocada”, foi morto a tiros durante uma “operação da Policia Militar”, isso meses atrás.

    O promotor na época, Emerson Oliveira Andrade, pediu a identificação de todas as armas utilizadas pelos policiais militares para que fossem periciadas e também, que fosse realizado o exame de micro comparação balística nas armas, com o objetivo de tentar identificar de quem teria partido o tiro que atingiu a criança.

    Pois bem, isso foi noticiado no final de maio deste ano e de lá para cá muita coisa mudou. Infelizmente o município de Canindé de São Francisco, perdeu seu promotor de justiça e outro entrou em seu lugar.

    Com inúmeros casos a serem resolvidos, o novo promotor ainda não se posicionou sobre o caso e o fato está cada vez mais longe de ser esclarecido.

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    No último final de semana, mais uma manifestação cobrando por justiça foi realizada no município.

    Ontem, domingo, 26, fizeram quatro meses desde que o fato aconteceu e até o exato momento, não há resultado das pericias e nem confirmação de nenhuma das versões apresentadas.

    “Eles ficaram fazendo perguntas ao menino, sendo bem cruéis e falando em tom de deboche, o menino assustado só dizia apenas que não vendia drogas, que vendia cocada e que não tinha arma. A polícia dizia em todo momento que Juninho tinha atirado neles”. Continuou dizendo a fonte na época.

    * O portal Soudesergipe sempre trabalhou em busca da verdade e é por essa verdade, que continuaremos noticiando sobre o caso “Juninho da Cocada”.

    Vitor da Silva Santos (Juninho da Cocada) de 11 anos de idade pobre, vendia cocada para ajudar no sustento da família, morto durante operação policial.